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MORCEGOS INSETÍVOROS

Conheça os morcegos insetívorosConheça os morcegos insetívoros: Duas famílias de morcegos insetívoros são comumente encontradas em áreas urbanas brasileiras, Molosidae e Vespertilionidae, sendo a primeira mais comum.

O morcego insetívoro transmite raiva? Morcegos insetívoros, sobretudo membros de Família Molossidae, são os que apresentam a maior frequência em diagnósticos positivos para a raiva e são os morcegos que mais estão intimamente associados ao homem, pelo hábito de se abrigarem em edificações.

Entretanto, cabe lembrar que um morcego que adquire raiva também adoece e morre, não sendo um transmissor passivo da doença, a raiva. Afirmam os profissionais do nosso departamento de dedetização. Das espécies de molossídeos que ocorrem no mundo, 24 foram registradas em território brasileiro, muitas das quais em áreas urbanas.

Conheça as espécies de morcegos molossídeos 

  • Molossus molossus;
  • Molossus rufus;
  • Tadarida brasiliensis;
  • Eumops glaucinus;
  • Eumops auripendulus,
  • Eumops perotis,
  • Nyctinomops laticaudatus;
  • Nyctinomops macrotis.

Os molossídeos apresentam porte pequeno, que varia de 30 a 130 mm de comprimento total (cabeça-corpo). Possuem uma cauda parcialmente livre do uropatágio (membrana que se liga internamente às pernas) e, em geral, possuem coloração escura.

Todos os finais de tarde, estes morcegos insetívoros emergem de seus abrigos para se alimentar, quando podem ser observados voando em busca de insetos. Nesta situação, os morcegos insetívoros são confundidos com andorinhas. Eles podem consumir mosquitos, besouros, mariposas, percevejos, ou outros grupos de insetos noturnos.

Os molossídeos apresentam asas curtas e estreitas, adaptadas aos vôos rápidos e de pouca manobrabilidade. Por conta disso, os morcegos insetívoros realizam seus vôos preferencialmente em áreas abertas, executando movimentos rápidos e erráticos.

Colônia dos morcegos insetívoros

Em áreas urbanas, geralmente, os molossídeos apresentam colônias de pequeno e médio porte, isto é, de 10 a 200 morcegos insetívoros, dependendo do tipo de abrigo. Entretanto, são conhecidos casos de colônias mais numerosas, como em Manaus, AM, onde se registrou uma colônia de M. rufus com cerca de 500 animais, ou ainda, colônias do gênero Nyctinomops compostas por mais de 1.000 de morcegos insetívoros, observadas em São Paulo e em Brasília.

Tais números parecem estar relacionados com abrigos mais amplos, os quais permitem a instalação de grupos maiores de morcegos.

Ao contrário de muitas outras espécies de morcegos, os morcegos insetívoros (molossídeos) não costumam ficar dependurados em seus abrigos, mas assumem uma postura quadrúpede se apoiando sobre as asas dobradas e os pés.

Quando em edificações, os morcegos insetívoros ficam nessa posição sobre paredes, telhas ou madeiramento dos telhados. Além disso, os molossídeos não adentram os abrigos em vôo, mas pousam próximo aos locais de entrada e então se arrastam para o seu interior. Por conta disso, esses locais geralmente ficam manchados com a oleosidade de seus pêlos.

Os vespertilionídeos, por sua vez, caracterizam-se por apresentar a cauda inteiramente contida no uropátagio, tamanhos reduzidos (entre 30 a 105 de comprimento total) e vôos que se assemelham ao de mariposas.

Os morcegos insetívoros da espécie vespertilionídeos podem caçar ativamente durante o vôo ou utilizar uma estratégia conhecida como “senta e espera”, capturando suas presas pousadas sobre o chão ou na superfície da folhagem. Os vespertilionídeos podem capturar os insetos diretamente com a boca, mas geralmente utilizam as asas ou o uropatágio para este fim.

Abrigo dos morcegos insetívoros

Tanto os morcegos insetívoros das famílias molossidae e vespertilionidae podem se alojar em diferentes locais como cavernas, fendas de rochas, ocos de árvores ou sob folhagens verdes ou secas. Entretanto, muitos desses morcegos insetívoros se adaptaram às ofertas de abrigo oferecidas pelas cidades, utilizando diferentes espaços arquitetônicos como abrigo.

Veja alguns desses abrigos:

  • Cumeeiras;
  • Sótãos;
  • Madeiramento dos telhados;
  • Porões;
  • Juntas de dilatação de prédios;
  • Caixas de persianas;
  • Chaminés.

Como citado anteriormente, os morcegos abrigados em edificações causam transtornos à população pelo acúmulo de fezes. Quando acumuladas em forros de casas, por exemplo, as fezes e a urina podem provocar o apodrecimento da madeira dos mesmos e, consequentemente, extravasar para o interior da residência, o que também desvaloriza o imovel.

Manejo de morcegos insetívoros em áreas urbanas

Apesar de sua comprovada importância como controladores de diferentes espécies de insetos noturnos, os morcegos têm sido considerados animais sinantrópicos, isto é, que convivem – apesar de indesejados – próximos aos seres humanos.

Desse modo, para se evitar riscos à saúde da população em áreas urbanas, torna-se necessário reduzir, ou mesmo impedir, a presença e permanência desses morcegos junto às edificações principalmente nos forros, sótãos, porões, vãos de dilatação entre prédios e caixas de persianas, onde os encontros com as espécies são mais frequentes.

Para tanto, as pessoas devem realizar a vedação dos espaços utilizados como entrada e saída pelos morcegos, fazendo a remoção dos morcegos de modo indireto, ou seja, sem manipular os animais. Deve-se empregar materiais próprios para esse fim deixando, a princípio, apenas uma saída para os morcegos se retirarem ao anoitecer. Depois de providenciada a vedação, é preciso aguardar a saída dos morcegos, vedando provisoriamente a única abertura que foi deixada.

Tal procedimento deve ser repetido até que se perceba que não mais existam morcegos abrigados naquele local. Após essa constatação, deve-se vedar definitivamente aquela saída. Dessa forma, não há necessidade de aplicar nenhum produto químico para forçar a saída dos morcegos e, assim, evitar a contaminação das pessoas e a eliminação indiscriminada desses animais.

Entretanto, é preciso lembrar que tal procedimento nunca deve ser realizada durante o verão, quando os morcegos insetívoros se reproduzem, para que os filhotes não fiquem presos no interior do abrigo e acabem morrendo lá dentro.

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