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Cupins em Árvores: Guia de Prevenção e Tratamento

Posso salvar uma árvore atacada por cupim? Enquanto a maioria das espécies de cupins se alimentam de madeira morta, existem algumas espécies que se alimentam de plantas e árvores vivas.

Esses cupins enfraquecem a árvores, o que pode causar a queda e quebra de galhos durante as chuvas. Eventualmente, em caso de alta infestação de cupins será muito difícil reverter a situação o que acarretará na morte da árvore.

A capacidade de uma árvore sobreviver a uma infestação de cupins depende de quanto tempo ela é tratada e da extensão da infestação. Se os cupins forem notados e a árvore tratada no início do ataque, o sucesso no tratamento é de 100%.

A ciência que estuda os cupins se chama termitologia, e ela cataloga mais de 300 tipos diferentes só no Brasil, porém estima-se que existam muito mais espécies ainda não catalogadas.

Cupis são conhecidos por vários nomes: formigas brancas, térmitas, aleluia, siriri, formigas de asas, brocas, etc., eles são essenciais para a decomposição em ecossistemas florestais, mas também uma praga para nossa casa, para florestas, para parques, jardins e até árvores de rua.

Alguns cupins comem madeira seca, mas tem outras que são capazes de devorar uma árvore viva inteira antes que se perceba o dano.

Das 300 espécies conhecidas no Brasil, 99 destroem madeira viva, inclusive mudas de árvores, causando a morte antes mesmo de chegar à fase adulta, principalmente de eucaliptos, há casos de perda de plantações inteiras de eucalipto causadas por cupins.

Os cupins que mais atacam as árvores vivas são divididos em dois grupos:

Cupins muda (Cornitermes e Syntermes)

Este tipo de cupim, que ataca mudas desde a germinação até plantas com um ano de idade.

Esses são as pragas que mais afetam o desenvolvimento de árvores, principalmente eucaliptos, em florestas tropicais e subtropicais, destruindo plantações inteiras em muitas vezes, causando prejuízos absurdos para o plantio comercial, ou para florestas.

Neste caso a adoção de medidas preventivas para o controle das pragas é o mais recomendado, e essa prevenção atualmente só é conhecido de forma química, com uso do fipronil.

Cupins de cerne (Coptotermes testaceus)

Também conhecidos como cupins de raízes, ou cupins de solo, eles atacam árvores com mais de dois anos destruindo por completo seu interior.

Eles constroem os ninhos no subsolo e penetram pelas raízes das árvores construindo grandes galerias em todo o interior de seu tronco, essas galerias partem dos ninhos, e é por elas que os cupins trabalhadores levam a comida aos demais membros, como rainha e larvas por exemplo, deixando as árvores completamente ocas.

Nesta espécie de cupim também há o controle preventivo através de pesticidas, os mais os produtos mais utilizados para o combate a esse tipo de cupim em árvores são que os possuem os princípios ativos fipronil e imidacloprid, pois estes alcançam o subsolo onde há o início e eliminando a proliferação da infestação.

Atendo-nos um pouco mais a esta espécie de cupim, ela é uma espécie que ataca tanto em plantações, florestas, campos, como em cidades.

Deixam a árvore completamente oca, deixando apenas a casca, e mesmo essa, muito fina para sustentar os galhos, correndo o risco de ela cair a qualquer momento, causando danos dependendo de onde estiver plantada.

Em florestas nativas esses cupins atacam troncos de árvores mortas ajudando na decomposição desta, neste caso, e somente neste caso pode-se dizer que ele se faz até necessário, ajudando a natureza a se reciclar. Mas na maioria dos casos não é assim que acontece.

O grande problema é quando o cupim ataca árvores urbanas, mesmo que esta esteja em um parque ou jardim, o dano causado geralmente é grande, pois como eles se infiltram no interior do tronco, quando se percebe a infestação do cupim já é tarde, a árvore já está completamente comprometida.

E quando há uma árvore comprometida, a probabilidade de terem outras árvores ao redor também infectadas é enorme, quase que certeza.

Formas de detecção de cupins em árvores

Toda a atividade se dá no solo e no interior do tronco, e quase nunca os cupins saem da árvore até que esta não forneça mais condições para sobrevivência deles, e quando o fazem é através de galerias no subsolo, daí a dificuldade extrema de detectá-los.

Assim como os cupins caseiros deixam apenas pequenas e quase imperceptíveis pistas de sua presença, uma delas é o chamado pó de cupim, que é uma poeirinha muito fina e granulada, que na verdade são suas fezes, essa poeirinha é encontrada em alguns pontos da casca da árvore ou perto do chão, mas podem ser facilmente confundidas com a poeira corriqueira do ar.

A detecção de asas ao redor da árvore também é outro indício de que ela esteja sendo devorada por cupim, porém estas asas só podem ser detectadas em épocas de acasalamento, quando os cupins em forma de siris, saem do tronco da árvore a fim de se acasalar, e depois de atendido seu propósito, essas asas são “dispensadas” por eles.

Também na maioria dos casos, é possível ouvir ruídos vindos do interior da árvore, decorrente do transito de cupins, e do movimento de suas mandíbulas, mas como o ruído é muito baixo, teria que ficar muito tempo com os ouvidos grudados na árvore!

Há ainda a possibilidade de escavar em torno de seu tronco, de forma que não comprometa sua raiz em busca do ninho, ou de alguns elementos do ninho.

Se houver na vizinhança algum caso de contaminação de outras árvores, é possível que a sua também esteja contaminada por cupim, mesmo que ela não seja tão próxima da outra.

Ou seja, para os leigos, é muito difícil a percepção de contaminação, mas em havendo suspeita, um profissional pode, e deve ser chamado para verificação, estes sim, tem aparelhos, técnicas e treinamentos para detecção imediata dessas praguinhas.

Tendo-se certeza de que a árvore está contaminada por cupins, o correto é chamar um exterminador de pragas, para que este consiga salvar a árvore, que dependendo do estágio do dano, ainda é possível que se consiga salvá-la da infestação de cupins.

Vale lembrar que se a árvore estiver em lugar público, como ruas ou praças por exemplo, o correto é avisar a prefeitura, para que esta tome as providências necessárias, pois é proibido que se use qualquer tipo de pesticidas, inseticidas ou qualquer outro produto tóxico em lugares públicos.

Quando não é possível salvar a árvore, é indicado que se faça uma dedetização no local e nas imediações, pois como já dissemos, onde há uma árvore contaminada, a probabilidade de ter outras é grande, e com isso, existe também uma grande probabilidade dos cupins atacarem outras áreas ainda não atacadas.

Essas árvores que estão contaminadas oferecem grandes riscos, principalmente aquelas plantadas em frente das casas, pois podem cair a qualquer momento, ferindo pessoas, animais ou mesmo causando danos materiais na propriedade ou carros parados em sua sombra.

Como fazer a prevenção de cupim na árvore?

Existem algumas formas de prevenção a esta espécie de cupim, mas nem sempre são efetivas, como os imãs de Strong bar, que colocados na base da árvore, ou enterrados junto às raízes desorienta os cupins, fazendo com que estes evitem essa área.

Cupins adoram restos de madeiras secas, tecido de algodão, papelão, papeis (ou seja, qualquer material que tenha celulose m sua composição), portanto se tiver algum terreno baldio perto de uma árvore, há possibilidade de infestação, pois nestes geralmente se joga entulhos com restos desses materiais que atraem os cupins, portanto se houver este tipo de terreno, melhor limpá-lo imediatamente.

Antes de plantar uma árvore, verificar o solo, ou se há incidência de cupins na área ajuda a mantê-los distantes dela, mas nada garante que com o passar dos anos, a área não venha a se contaminar.

Geralmente a comunidade de cupins é muito grande, podendo ter milhares de indivíduos, por isso não é fácil acabar com essa comunidade de forma leiga, há a necessidade de contratação de pessoal especializado nesta área, para que este possa de maneira profissional decidir pela melhor forma de exterminação.

Esse profissional terá conhecimento e discernimento para saber se a árvore está totalmente comprometida, e quais as medidas possíveis para salvá-la ou não do ataque dos cupins.

Como matar cupim em árvore? A melhor opção Barreira química

A barreira química mata os cupins já presentes na árvore e atua como uma ótima solução preventiva contra uma nova infestação. A barreira química para tratar cupins em árvores basicamente envolve a injeção no entorno do solo das árvores com inseticida que agem por contato, passando de cupim para cupim.

Este método para matar os cupins é altamente eficaz, sempre recomendamos a utilização do princípio ativo fipronil (melhor custo benefício). A maioria dos profissionais de dedetização eliminam cupins em árvores uso o método de barreira química.

Por que a barreira química é ideal para tratar cupins em árvores

Veja por que a barreira química é altamente recomendável no combate aos cupins em árvores, descubra porque é melhor de forma de tratar.

  1. Os cupins não conseguem detectar o inseticida e, portanto, não podem evitá-lo;
  1. Um outro motivo surpreendente é o seu efeito dominó (uma vez que os cupins entrarem em contato com o inseticida, ele afetará outros cupins da colônia, gerando uma contaminação por contato). As chances dos cupins se contaminarem um com o outro são altas devido ao seu grande movimento para fora e ao redor da colônia. Além disso, o pesticida é de ação lenta, o que dá aos cupins afetados tempo suficiente para espalhar o veneno para todos os indivíduos da colônia;
  1. O fipronil e imadacloprid não prejudica a planta.

Atenção: Algumas barreiras químicas com uso de iscas podem não ser tão eficiente, por que os cupins podem evitar a isca cupinicida e podem encontrar outro caminho para atacar a árvore. As iscas são menos eficazes e não possuem o efeito multiplicador, ou seja, contaminação de todos os indivíduos da colônia.

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