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DOENÇAS RELACIONADAS À HIGIENE

Lavar as mãos evita boa parte das doenças

Lavar as mãos evita boa parte das doenças

Olá leitores da Ribeira empresa especializada em higienização de reservatórios de água,

Neste grupo referente a Doenças Relacionadas à Higiene, o que conduz à doença é a escassez ou a dificuldade de acesso à água, bem como a falta de educação sanitária. Um exemplo é o tracoma, infecção ocular que, segundo estimativa da OMS, é a causa da cegueira de 6 milhões de pessoas no planeta.

A doença é causada por uma bactéria, e o contágio se dá pelo contato direto com secreções do olho ou por meio de lençóis, toalhas e objetos mal lavados e compartilhados.

Moscas domésticas também podem ser transmissores. O Brasil tem focos de tracoma em todo seu território; no Piauí, Bahia, Ceará, Pernambuco e Tocantins a doença assume caráter endêmico.

Assim como o tracoma, a escabiose – a popular sarna – é transmitida pelo contato pessoal em regiões em que a higiene e precária. Não se trata de uma infecção, mas de uma parasitose externa causada por um ácaro que penetra na pele, escavando pequenos túneis. Ali ele deposita seus ovos, que eclodem em cerca de uma semana, dando continuidade à infestação. Ao coçar as lesões, o portador pode infeccioná-las.

A escabiose e amebíase são parasitoses, ou seja, doenças provocadas por parasitas – organismos que vivem à custa de outro, o chamado hospedeiro.

A escabiose, assim como a pediculose (infestação por piolhos), relaciona-se com deficiência de higiene e acesso à água. As mais temíveis parasitoses são as intestinais, como a amebíase, que, segundo a OMS, pode atingir 25% da população mundial, causando anemias e diarreias crônicas ou agudas, de gravidade variável.

Embora sejam mais frequentes em regiões socialmente desfavoráveis, os parasitas intestinais propagam-se muito facilmente e são encontrados também na zona urbana e em regiões servidas por rede de esgoto. As parasitoses podem ser provocadas por vermes (Ascaris, Trichiuris) ou protozoários (Giardia).

 

Lavar as mãos evita boa parte dessas doenças

Água e sabão bastam para prevenir um sem-número de doenças – das gripes e parasitoses à infecção hospitalar.

A importância desse gesto cotidiano é conhecida desde o século 19, quando o francês Louis Pasteur mostrou que a febre puerperal, que acomete mulheres após o parto, propagava-se rapidamente porque era transmitida pelas mãos dos médicos que atendiam as pacientes.

No Brasil, desde 2010 a Pastoral da Criança, entidade ligada à Igreja Católica, desenvolve campanhas de incentivo à lavagem das mãos a fim de diminuir a mortalidade infantil.

Segundo a Pastoral essas ações resultaram, em 2012, em uma diminuição de 6% dos casos de diarreia e de 11% na procura de serviços de saúde pelas comunidades atendidas.

 

Doenças de origem hídrica

Os efluentes das indústrias, os produtos utilizados pela agricultura e os resíduos de uma série de atividades humanas podem contaminar gravemente a água, passando dela para animais e vegetais – ou seja, alcançando todas as etapas da cadeia alimentar.

Às vezes, as substâncias químicas causam intoxicações agudas e evidentes; em muitos casos, porém, a exposição continua e prolongada a micropartículas de poluentes resulta em doenças crônicas, de difícil diagnóstico.

Entre os grandes vilões da saúde pública estão os agrotóxicos, pesticidas usados na lavoura. Estima-se que, por ano, 3 milhões de pessoas se contaminem no planeta, 70% delas em nações em desenvolvimento.

Segundo a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Brasil é um dos maiores consumidores desse tipo de produto; pode-se deduzir, portanto, que é também uma das grandes vítimas de seus efeitos secundários, embora a mensuração desse tipo de intercorrência seja difícil: o uso do pesticida é amplo e a maior parte da população desconhece o seu impacto sobre a saúde. A OMS calcula que, para cada caso de intoxicação notificado oficialmente no país, cinquenta passem despercebidos.

Entre os produtos mais perigosos estão aqueles classificados como POPS (poluentes orgânicos persistentes), que permanecem longo tempo – até trinta anos – no meio ambientes.

Em 1985, o uso agrícola de pesticidas desse tipo foi proibido no Brasil (ainda são empregados pelas autoridades de saúde para combater insetos vetores de doenças em campanhas de saúde pública). Os inseticidas podem comprometer a capacidade reprodutora, o sistema nervoso e os órgãos renais.

Resíduos industriais são importantes fontes de contaminação das águas. O perigo é representado sobretudo pela presença de metais. Os mais encontrados em corpos d’água poluídos em todo o mundo são:

Arsênico: relacionasse com diversos tipos de câncer; causa distúrbios nervosos e lesões ósseas.

Cádmio: causa lesões nos rins e nos ossos; pode prejudicar o sistema reprodutor e o tato gastrointestinal.

Chumbo: compromete o cérebro e o sistema nervoso, provoca surdez, irritabilidade e distúrbios de comportamento. Em crianças, causa atraso no crescimento e no desenvolvimento intelectual. Intoxicações agudas podem resultar em lesões renais, convulsões, coma e morte.

Cromo: é cancerígeno; ocasiona inflamações na pele e na mucosa nasal.

Mercúrio: na intoxicação aguda, provoca náuseas, diarreias, danos aos rins; as intoxicações crônicas e caracterizam-se por disfunções neurológicas, irritabilidade, depressão, dificuldades motoras, na salivação e na deglutição.

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