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PARA ONDE VAI A ÁGUA QUE USAMOS?

Estação de tratamento de esgoto

Estação de tratamento de esgoto

Olá leitores da Ribeira empresa desentupidora especializada em desentupimento de tubulações de esgoto e águas pluviais,

Você sabe para onde vai a água que usamos? Neste artigo vamos falar um pouco sobre esse assunto que talvez seja de interesse de toda a população. Resumi bastante para que não fique muito cansativo a leitura e para facilitar o seu entendimento, ok?

Assim como os efluentes industriais, que têm de ser tratados antes de serem despejados nos corpos d’água, o esgoto doméstico tem de ser recolhido e depurado para que não contamine o meio ambiente.

Os sistemas de tratamento do esgoto doméstico, a exemplo do que ocorre com as estações de tratamento da água, tentam imitar os processos de depuração que ocorrem na natureza, fazendo com que os resíduos orgânicos sejam decompostos por micro-organismos.

 

Os tratamentos da água que usamos

Primeiro, o esgoto é submetido a um tratamento físico preliminar, no qual passa por filtros e grandes, que retêm resíduos grosseiros, como garrafas, trapos, plásticos, panos e outros materiais sólidos.

Nessa etapa, os dejetos também passam por um tanque de sedimentação, onde a areia contida na água se deposita e pode ser retirada.

Na sequência, o líquido percorre lentamente um decantador, de modo que os sólidos que ainda estiverem em suspensão, na sua maioria óleos e gorduras – e tiverem densidade maior do que a do líquido – se depositem.

O efluente resultante passa para um tanque de aeração, onde é agitado e recebe uma injeção de grandes quantidades de ar. Este vai alimentar os micro-organismos – bactérias e fungos, dentre outros organismos – que vão acelerar a degradação natural dos resíduos orgânicos. Eles compõem uma massa conhecida como lodo ativado.

Uma vez concluída essa etapa, o efluente é levado a um segundo decantador, onde o lodo ativado é retirado. Parte dele volta ao tanque de aeração para aumentar o número de micro-organismos ativos.

O restante é desidratado e passa por uma série de tratamentos extras, após o que pode ser descartado num aterro sanitário ou destinado a cultivos agrícolas, onde serve de fertilizante – uma prática comum, porém bastante questionada, porque esse material pode conter contaminantes, como metais pesados.

A água que sai do decantador secundário já pode ser despejada num rio ou vendida para indústrias, onde será reaproveitada.

 

Saneamento básico

A concessão dos serviços de saneamento básico no Brasil foi regulamentada em 5 de janeiro de 2007, com a Lei 11.445. A Lei do Saneamento definiu as competências de União, estados e municípios e determinou como seria a participação de investimentos privados.

A lei estimula melhores práticas de gestão e governanças e consolida o planejamento no setor, entre outras ações, apresentando muitas inovações em relação ao Plano Nacional de Saneamento (Planasa), de 1969.

Uma comparação demonstra claramente as mudanças no conceito de gestão e na própria compreensão da água como um recurso cada vez mais escasso.

O decreto de regulamentação (Decreto nº 7.217), porém, só foi assinado em junho de 2010. O documento ampliou o conceito de saneamento básico, abrigando quatro modalidades: abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e resíduos sólidos.

A oferta precária de bens públicos é um problema para o desenvolvimento da infraestrutura no país, e em especial para o setor de saneamento. Nesse setor em que os benefícios sociais superam os ganhos privados, as parcerias público-privado (PPP), que procuram unir a eficiência no setor privado à satisfação do interesse público, podem ser uma solução para a provisão de bens públicos. Para as empresas, isso representa um mercado avaliado em bilhões de reais.

Atualmente, os serviços de saneamento vêm sendo reestruturados, aumentando-se a descentralização e a participação de empresas privadas a partir da reorganização do aparato regulador.

A primeira concessão de um serviço de saneamento brasileiro ao setor privado ocorreu em Limeira, no interior de São Paulo, em 1995. No início, as concessionárias – a brasileira Odebrecht e a francesa Ondeo, antiga Lyonnaise des Eaux – enfrentaram muitas críticas do Ministério Público, que buscou anular o contrato com o argumento de que houve aumentos de tarifa excessivos.

O serviço vingou e, em 22007, a Odebrecht criou a Foz do Brasil, empresa dedicada a investir e operar projetos de água e esgoto, tratamentos de resíduos e efluentes industriais e disposição de resíduos sólidos urbanos.

Em 2012, o município de Limeira registrava o menor índice de perda na distribuição de água, 14,3% (a média nacional está por volta de 37%) e 97% de cobertura de água e esgoto, o que lhe garante o terceiro lugar no ranking do Instituto Trata Brasil, que classifica os cem maiores municípios brasileiros, de acordo com o nível de serviços de saneamento (água e esgoto).

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