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SOLUÇÕES PARA A FALTA DE ÁGUA

Olá leitores da Ribeira empresa especializada em higienização de caixa d’água,

Soluções para a falta de água, o que você tem feito no seu dia a dia?

Soluções para a falta de água, o que você tem feito no seu dia a dia?

Veja alguns esclarecimentos e dicas para Soluções para a Falta de Água. A escassez de água não é um destino inelutável: ela pode ser combatida e evitada por meio de um conjunto de ações coordenadas, um compromisso geral pela redução dos fatores que comprometem os estoques hídricos disponíveis, como o desmatamento, a poluição e o uso excessivo.

As responsabilidades para as soluções para a falta de água são de todos: governos e administradores devem estabelecer políticas públicas pautadas pela eficiência e o aprimoramento do abastecimento e do saneamento.

Universidades, centros de estudos e empresas privadas podem desenvolver tecnologias para racionalizar o uso e diminuir o desperdício.

Aos cidadãos cabe acompanhar as decisões públicas e cobrar seus representantes; finalmente, todos temos de abandonar a cultura de desperdício e assumir novos hábitos.

Trata-se, evidentemente, de uma questão moral, porque afeta a sobrevivência de milhares de pessoas. Mas esta é também uma questão econômica, pois o acesso à água potável e a ampliação do saneamento básico são decisivos para o desenvolvimento econômico das nações – os problemas de saúde pública provocados pela água de má qualidade representam um gasto significativo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o retorno do investimento em água e saneamento nos países em desenvolvimento é de até 5,50 dólares para cada dólar investido. Um estudo de 2006 calcula que a Índia perde cerca de 6% de seu PIB por causa da precariedade do saneamento.

A importância crescente da questão da água em nosso tempo tem levado a comunidade internacional a assumir reiterados compromissos de investir na democratização do acesso à água de qualidade.

Além de eventos e ações promovidos pela ONU e por suas agências, outras iniciativas se propõem a enfrentar o tema. Uma delas é a Semana Mundial da Água, realizada em Estocolmo desde 1991, reunindo cientistas, representantes de governo, organizações não governamentais e empresários de todo o mundo para debater questões como escassez, boa gestão do recurso, saneamento, entre outros.

Vamos citar a seguir 04 (quatro) caminhos e soluções, que são:

  • Programas oficiais e privados;
  • Reaproveitando a água;
  • Dessalinização;
  • O papel do cidadão.

 

Solução 01 para a falta de água: Programas oficiais e privados

Estação de tratamento de esgoto

Estação de tratamento de esgoto

Situações de pouca disponibilidade hídrica precisam ser enfrentadas com criatividade e eficiência. Um exemplo clássico de sucesso nesse campo é Israel, onde desde 1970 a demanda é superior ao que seus mananciais podem oferecer.

Para suprir esse déficit, o país teve de aprender a usar suas águas subterrâneas de modo intensivo, reutilizar efluentes domésticos e industriais e melhorar progressivamente sua eficiência no emprego dos recursos disponíveis.

Utilizando o sistema de gotejamento, a agricultura israelense conseguiu reduzir em 50% o volume de água utilizada na irrigação. Além disso, 75% dos esgotos domésticos são tratados e reaproveitados – parte deles para irrigar produtos agrícolas sem fins alimentícios. Tel Aviv, a capital, reaproveita 100% de sua água.

As práticas israelenses contrastam com as brasileiras; ainda gastamos água de qualidade na descarga do vaso sanitário ou para molhar gramados, sem nos darmos conta do desperdício que isso significa.

Aos poucos, porém, essa atitude está mudando, e as diversas esferas do governo têm proposto iniciativas de apoio e estímulo à gestão sustentável. Entre eles está o programa Produtor de Água, da Agência Nacional de Águas (ANA), que prevê estímulo financeiro para produtores rurais que desenvolvam projetos de proteção e recuperação do solo e das águas.

O Ministério do Meio Ambiente tem, desde 2004, o Programa Água Doce, que promove a dessalinização de águas salgadas ou salobras no Nordeste do país. NO estado de São Paulo, o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), também apoia financeiramente a execução de projetos socioambientais.

 

Solução 02 para a falta de água: Reaproveitamento da água

Uma frente de combate a escassez de água é a prática do reuso, cada vez adotado mais extensivamente para diferentes fins. Em princípio, essa água pode substituir a água tratada ou captada num manancial em praticamente todas as aplicações em que não é ingerida.

Um procedimento muito eficiente para aproveitar a água da chuva

Um procedimento muito eficiente para aproveitar a água da chuva

Nas indústrias, pode ser usada em sistemas de resfriamento, na lavagem de maquinário e do chão das fábricas, nos processos de fabricação, etc.; na agricultura, para a irrigação; no meio urbano, para regar jardins, lavar veículos, fabricar o concreto e outros insumos para construção civil, no combate a incêndios, etc.

O único lugar do mundo em que o tratamento ocorre em larga escala é Windhoek, capital do pais mais seco do deserto do Saara, a Namíbia, cujos habitantes consomem desde 1968 água de esgotos tratada.

Após a limpeza rigorosa e monitoramento de qualidade, uma porção de 15% de água tratada proveniente de esgotos é adicionada à água tratada. Essa mistura destina-se à irrigação de parques, jardins e a uso industrial. A população só a bebe em situações excepcionais, quando a seca excessiva não deixa outra alternativa.

No Brasil, alguns municípios da região metropolitana de São Paulo (Barueri, Carapicuíba, Diadema, São Caetano e São Paulo) compram água proveniente de esgotos tratados pela Sabesp, utilizada na lavagem de ruas ou na irrigação de praças e jardins; como o custo é baixo (o valor para órgãos públicos é ainda menor que para a iniciativa privada), a água de reuso chega a representar 80% de economia para a prefeitura paulistana.

Atualmente várias parcerias público-privadas (PPPS) vêm sendo instituídas para oferecer água reciclada e tratada para as indústrias. A Sabesp estabeleceu uma parceria com a Odebrecht para criar a Aquapolo, uma empresa que fornece água tratada (de esgoto e efluentes industriais) para indústrias petroquímicas da Grande São Paulo.

As fábricas de bebidas, cujos processos consomem tradicionalmente grandes quantidades de água, também têm se voltado para a reciclagem; a indústria de bebidas Ambev conseguiu reduzir em 38% o uso de água reciclada para limpeza e resfriamento de máquinas entre 2002 e 2013.

A tendência é que o reaproveitamento se torne corriqueiro e até se transforme em estratégia oficial. Niterói, no Rio de Janeiro, foi a primeira cidade brasileira a transformá-lo em lei; desde 2011, todas as construções com mais de 500 metros quadrados ou com volume potencial de consumo igual ou superior a 20 metros cúbicos de água por dia devem ter sistemas de reaproveitamento das chamadas “água cinza” (as provenientes de processos domésticos como lavagem de roupas, louças e banhos).

A água de chuva também pode ser aproveitada, tanto em indústrias como em residências, para limpeza, descarga ou rega de jardins. Os tanques de captação têm a vantagem extra de contribuir para a prevenção de enchentes; entretanto, evidentemente, o sistema depende as condições climáticas, o que limita seu emprego.

 

Solução 03 para a falta de água: Dessalinização

Dessalinização é um processo físico-químico de retirada de sais da água, tornando-a doce, ou potável.

Dessalinização é um processo físico-químico de retirada de sais da água, tornando-a doce, ou potável.

A dessalinização da água, prática relativamente comum no Oriente Médio, também tem sido adotada em cidades ocidentais, embora apresente ainda inconvenientes que impedem sua utilização em larga escala: o processo é caro, consome muita energia e, quando aplicado à água do mar (águas subterrâneas ou salobras também podem ser usadas), pode ter um impacto ambiental significativo.

Recentemente, porém, novas práticas e tecnologias têm se desenvolvido, em larga medida impulsionadas pela crise hídrica. No Brasil, o governo apoia, por meio do programa Água Doce, a instalação do sistema no semiárido nordestino.

A dessalinização é usada principalmente para águas salobras, mas eventualmente também se aplica em água marinhas – é o caso do arquipélago de Fernando de Noronha, que desde 2011 é servido unicamente por água do mar dessalinizada.

A maior usina de dessalinização do mundo está sendo construída em Carlsbad, Califórnia, e deve entrar em funcionamento em 2015, com capacidade para salinizar mais de 200 milhões de água por dia. Ambientalistas veem a obra com reservas.

Há vários métodos de dessalinização da água: todos incluem uma etapa de evaporação seguida por outra de condensação. Num dos sistemas mais utilizados, a água é aquecida e bombeada para câmaras de baixa pressão, onde o líquido é transformado rapidamente em vapor.

Ele é, então, condensado e retirado já purificado. Também se pode congelar a água e retirar os cristais de gelo, que se separam do sal. Entretanto, a opção mais barata emprega o processo de osmose reversa, em que a água é forçada a atravessar uma membrana muito fina, que não deixa os sais minerais passarem para o outro compartimento.

 

Solução 04 para a falta de água: O papel do cidadão

O cidadão pode fazer a sua parte preservando os mananciais e a vegetação

O cidadão pode fazer a sua parte preservando os mananciais e a vegetação

Atitudes individuais podem ter um impacto sobre a disponibilidade e a qualidade da água do país e do mundo. A primeira delas é informação: todos devem acompanhar e entender as questões relacionadas ao abastecimento hídrico da localidade em que vivem.

Só assim se poderá exigir dos tomadores de decisão encaminhamentos e soluções responsáveis sensatas.

Quem vive na zona rural também deve acompanhar a gestão pública da água e assumir sua parcela de responsabilidade pela qualidade da água, zelando por cursos d’água e mananciais e pela preservação da vegetação.

É importante também verificar como é feito o descarte de esgoto: muitas casas rurais mantêm o sistema de fossa negra – um buraco escavado no solo, sem impermeabilização -, que pode contaminar o lençol freático; deve-se substituí-la por uma fossa séptica e/ou biodigestor e jardim filtrante.

Consumir com consciência é também um ato de cidadania; é interessante procurar saber a origem dos alimentos consumidos, prestando atenção às certificações que asseguram que a produção é ambientalmente sustentável, e sempre que possível evitar comprar produtos embalados em várias camadas de plástico ou isopor, materiais cuja fabricação consome muita água.

Vale lembrar que, embora sejam importantes e necessários para a conservação do meio ambiente, os processos de reciclagem de materiais consomem muita água. O ideal, portanto, é comprar apenas o essencial (evidentemente, sem deixar de encaminhar para reciclagem o que for possível).

A contaminação das águas é também um assunto da esfera individual: restos de produtos tóxicos – tintas, produtos de limpeza que contêm soda cáustica, polidores de metais e móveis, naftalina e óleo – não devem ser descartados na pia, no ralo ou no solo, pois acabam atingindo os lençóis freáticos.

É melhor que seu destino final seja mesmo o lixo. No litoral, não é adequado levar animais de estimação à praia porque eles transmitem doenças por meio da água ou da areia. Diversas cidades litorâneas já têm legislação nesse sentido, uma vez que tanto o tratamento da água contaminada quanto o atendimento aos doentes resultam em gastos para o município.

Bom pessoal, acho que o tema ficou um pouco longo não é mesmo? Mas não tinha resumir muito, pois este é assunto que quanto mais informação melhor a respeito do assunto. Deixem seus comentários abaixo, se possível com dicas de Soluções para a Falta de Água. Até mais!!!

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