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COMO LIVRAR O CACHORRO DAS PULGAS E CARRAPATOS

COMO LIVRAR O CACHORRO DAS PULGAS E CARRAPATOSComo Livrar o Cachorro das Pulgas e Carrapatos? Saber os locais onde são encontrados e os hábitos que evitam a infestação pode ajudar a proteger o seu cachorro.

Queda de pelos e coceira excessiva são os sintomas que levam ao diagnóstico de dermatite alérgica a picada de pulga (DAPP).

Livre seu cão das pulgas e carrapatos! As doenças causadas pelas pulgas e carrapatos são motivo de dor de cabeça para os donos de 37 milhões de cães no Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), e razão de parte das visitas aos consultórios veterinários.

Uma das explicações para o surgimento de tantos novos casos é que os ectoparasitas de adaptaram às cidades e, dentro de nossas casas, encontram um ambiente propício para viver e se reproduzir.

Os cães podem ser infestados por pulgas e carrapatos, em ruas, parques, praças, chácaras, fazendas e pet shops. Mas o principal ambiente onde o cachorro encontra pulgas e carrapatos é em sua própria casa. O que pouca gente sabe é que 95% das pulgas e carrapatos se encontram no ambiente, e não no animal, e ainda estão em fase de desenvolvimento. Só 5% deles, já adultos, infestam os cães.

As pulgas preferem se esconder entre frestas de pisos de madeira, tapetes, carpetes e locais no chão onde não há muita luz. Os carrapatos dos cães, por sua vez, não ficam no solo e se escondem em lugares como o teto da casa do cachorro, atrás de quadros, dentro de portas ocas e outros locais no alto da residência – pois sobem facilmente pelas paredes. Se um vizinho, por exemplo, tiver uma infestação de carrapatos, os parasitas podem chegar até outras casas próximas. Os cachorros são alvos fáceis de pulgas e carrapatos porque possuem uma temperatura corporal mais elevada que a dos humanos (média de 38,5° C) e são inteiramente cobertos por pelos, dessa forma tornando bastante propícia a proliferação desses tipos de parasita.

Para se ter uma ideia, se você encontrar uma pulga em seu animal e nada fizer para combatê-la – o que normalmente acontece –, daqui a apenas dois dias poderão ser vistos, em média, impressionantes 60 ovos, 42 larvas, 12 pupas e até seis novas pulgas adultas transitando no ambiente em que o cachorro circula.

Uma pulga vive cerca de três meses. Porém, nesse período, é capaz de pôr 2 mil ovos. Já uma fêmea de carrapato pode depositar de uma vez até 5 mil ovos. Enquanto as larvas vivem até seis meses sem alimento, os adultos podem sobreviver até um ano sem sugar sangue de hospedeiros.

Os carrapatos além de transmitirem infecções para os cachorros também são causadores de doenças até letais para os seres humanos

Perigo, peludo infestado! A coceira – leve ou excessiva – é o principal indício de que o cachorro está infestado por pulgas, as fezes dos parasitas podem ser visualizadas em caso de infestação. Uma dica é os proprietários buscarem por pequenos pontos pretos nos pelos dos cachorros. Falhas na pelagem, vermelhidão na pele e úlceras na base da cauda do animal também indicam a presença dos insetos.

Além de identificar o carrapato fixado no cão, os donos podem suspeitar de que o pet foi “vítima” da doença transmitida por esse parasita quando apresentar letargia, falta de apetite e apatia. Em casos em que a doença evolui para a chamada fase crônica, os sintomas são: febre, vômitos, pequenos pontos vermelhos pelo corpo (patéquias) e anemias.

Em alguns países da Europa, África, Ásia e das Américas, já que está comprovado que os carrapatos podem transmitir doenças graves e até letais as pessoas. Na América, a bactéria Rickettsia rickettssi causadora da Febre Maculosa, está amplamente difundida.

No Brasil, a bactéria possui como vetores os carrapatos das espécies Amblyomma aureolatum. Estes dois tipos de carrapatos podem parasitar pequenos roedores, cavalos, capivaras, gambás, aves, cães e o homem. A doença causa febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, letargia e desânimo.

Posteriormente aparecem pequenas manchas na pele. O diagnóstico precoce é muito importante para dar início ao tratamento correto, pois a taxa de mortalidade da doença é alta.

Esses insetos causam grandes estragos nos cachorros – Veja a importância de evitar pulgas e carrapatos

Na América do Sul, o gênero de pulga Ctenocephalides felis é o que mais acomete os cães. Em infestações severas de pulgas, os cachorros podem ter:

  • Dermatite alérgica a picada de pulga (a saliva da pulga causa reação alérgica, desencadeando coceira);
  • Piodermite (doença bacteriana da pele).

As três principais doenças causadas pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus em cachorros são:

  • Erliquiose canina;
  • Babesiose canina;
  • Hepatozoonose canina.

As duas primeiras são decorrentes da transmissão de uma bactéria por meio da picada. Já na terceira o cachorro se infecta ao ingerir o carrapato quando se lambe.

Tanto os carrapatos como as pulgas podem ainda acarretar quadros de anemia. Os dois parasitas são hematófagos, ou seja, sugam o sangue para sobreviver. Em grandes infestações, os cães podem perder uma grande quantidade de sangue diariamente.

Portanto, prevenir que os pets entrem em contato com as pulgas e os carrapatos ainda é a melhor saída para evitar o problema.

Com as diversas opções que existem no mercado para combater as pulgas e os carrapatos, o ideal é que o proprietário do cão escolha apenas um e siga à risca o tratamento. O importante é usar um produto que tenha o chamado “período residual”, seja em spray, spot-on ou com a coleira.

Mas qual o melhor tratamento contra os carrapatos e as pulgas nos cachorros?

Xampus e sabonetes não são indicados como únicos métodos preventivos, pois têm ação momentânea. Por isso, é imprescindível que o ambiente em que o animal vive também receba atenção no tratamento. Pois, como citamos anteriormente não adianta tratar apenas o cão ou vice-versa, o ideal é fazer o tratamento em conjunto, ou seja, no cachorro procure orientação do seu veterinário de confiança e no ambiente uma empresa legalizada na Vigilância Sanitária e que possua no seu corpo técnico um responsável operacional.

É interessante observar os lugares onde os cachorros ficam, como camas, sofás e casinhas. Se suspeitar da presença dos parasitas, vale a pena olhar as frestas e fazer uma boa limpeza diária com produtos contra os intrusos, além de uma caprichada por mês. Já se houver, de fato, grandes infestações por estes ectoparasitas, uma dedetização pode ser a solução – lembrando que a medida deve ser sempre com a orientação de uma empresa de controle de pragas, as chamadas, dedetizadoras.

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